quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sobre religião e crença


Um alienígena (único ser realmente neutro que conheci) certa vez me disse, quando perguntado sobre como o Universo avalia essa pira dos homens a respeito de religião e essa mania de quererem acreditar em algo externo ou maior para não se responsabilizarem por seus próprios atos, que no que se refere a apenas observar, sem necessidade de defender nada, a preferência lá fora (tipo, láááá da Via Láctea) é a seguinte:


agnosticismo > ateísmo > taoismo > budismo > hinduismo > islamismo > judaísmo > cientologia > cristianismo


Disse tbem que vale a ordem inversa no que se refere à criatividade de tais crenças para a invenção e defesa da existência, sem provas concretas, de deuses, semi-deuses, filhos de deuses, santos, espíritos santos e afins.

Ainda lembrou que, no proprio terceiro planetinha depois do Sol, apenas 33% dos habitantes creem num só Deus onipotente, onipresente e todo-poderoso, mas mesmo assim só quem Nele crê é que se salva, enquanto os dois terços restantes da espécie, por melhores que sejam, tendem a queimar num tal de inferno...


Mas, claro, fez sinal da cruz, gritou Saravá, vestiu uma burca, leu um verso do Torá, acendeu vela, orou e pagou um dízimo.


"Vai que esse tal de Brasil, todo cheio da verdade com seu Cristo Redentor, é mesmo o detentor da única verdade e a Terra é criação perfeita do único Pai, enquanto nós somos meros 45 bilhões de galáxias sem o direito de viver se não temermos a um tal de Juizo Final, né?!" - arrematou o alienígena...

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